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Atividades
Saídas de Campo

As saídas de campo no âmbito das ciências da Terra e da Vida, constituem estratégias de ensino/aprendizagem que, bem planeadas e bem exploradas permitem aos participantes, adquirirem uma perspectiva completamente diferente e complementar do trabalho teórico.
Despertam o interesse dos participantes e levam à sua activa participação, porque permitem uma observação directa, em ambiente natural.
Em colaboração com a comunidade escolar ou outras entidades que o solicitem. O Centro Ciência Viva de Estremoz apoia e promove saídas de campo no âmbito das ciências da terra e da vida. O apoio prestado vai desde fontes bibliográficas, material laboratorial e acompanhamento técnico no pré, durante e pós saída de campo.

Pedreira de Sto. António

Visita a uma exploração de mármores em laboração, destacando não só os processos associados à génese das litologias presentes; a sua relação com as formas topográficas da região; processos de exploração desta rocha ornamental e os problemas sociais associados entre outros conceitos abordados, para diferentes níveis de ensino.

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ALMOGRAVE - SINES; da Pangeia ao Atlântico ou uma viagem ao Ciclo das Rochas

Esta saída foi planeada tendo em vista possibilitar que os alunos consigam aplicar na prática uma série de conceitos geológicos que aprenderam nas aulas. Tendo em consideração a enorme qualidade dos afloramentos existentes nos locais escolhidos, esta saída permitirá fornecer exemplos de enorme qualidade pedagógica sobre uma enorme diversidade de assuntos de que se destacam:
  • compreensão da génese das rochas sedimentares
  • ígneas e metamórficas, no contexto da tectónica de placas
  • relação entre o ciclo das rochas e o ciclo tectónico
  • das rochas paleozóicas de Almograve à génese do supercontinente Pangeia
  • das rochas mesozóicas de Sines à abertura do oceano Atlântico
  • da génese de dobras e estruturas associadas (e.g. clivagem e veios) à sua sistemática (e.g. antiformas, sinformas, anticlinais e sinclinais)
  • da génese de falhas à sua sistemática (e.g. falhas normais, inversas e verticais); alguns aspetos geomorfológicos (e.g. praias actuais, plataforma de abrasão marinha e praias levantadas).

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SERRA DO MARÃO; uma viagem ao interior de uma Cadeia de Montanhas

Esta saída foi planeada tendo em vista possibilitar que os alunos consigam aplicar na prática uma série de conceitos geológicos que aprenderam nas aulas. Tendo em consideração a enorme qualidade dos afloramentos existentes nos locais escolhidos, esta saída permitirá fornecer exemplos de enorme qualidade pedagógica sobre uma enorme diversidade de assuntos de que se destacam:
  • compreensão da génese das rochas sedimentares, ígneas e metamórficas, no contexto da tectónica de placas
  • relação entre o ciclo das rochas e o ciclo tectónico
  • das rochas paleozóicas do Marão à génese do supercontinente Pangeia
  • erosão e isostasia ou a destruição de uma cadeia de Montanhas
  • da génese de dobras e estruturas associadas (e.g. clivagem e veios) à sua sistemática (e.g. antiformas, sinformas, anticlinais e sinclinais)
  • da génese de falhas à sua sistemática (e.g. falhas normais, inversas e verticais)
  • compreensão da evolução Geológica de Portugal
  • alguns aspetos geomorfológicos (e.g. relevos de dureza versus relevos tectónicos).

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MACIÇO DE MORAIS; do fecho de um Oceano à possibilidade de tocar o Manto

Esta saída foi planeada tendo em vista possibilitar que os alunos consigam aplicar na prática uma série de conceitos geológicos que aprenderam nas aulas, em especial aqueles que têm a ver com a Tectónica de Placas e a evolução geológica de Portugal. No entanto, tendo em consideração a enorme qualidade dos afloramentos existentes nos locais escolhidos, esta saída permitirá fornecer exemplos de enorme qualidade pedagógica sobre uma enorme diversidade de assuntos de que se destacam:
  • zonamento físico e químico da Terra (iremos ver afloramentos de rochas que outrora estiveram no Manto... ou integraram a crusta oceânica)
  • compreensão da génese das rochas ígneas, metamórficas e sedimentares, no contexto da tectónica de placas
  • relação entre o ciclo das rochas e o ciclo tectónico
  • das rochas do Maciço de Morais à génese do supercontinente Pangeia
  • erosão e isostasia ou a destruição de uma cadeia de Montanhas
  • da génese de dobras e estruturas associadas (e.g. clivagem e veios) à sua sistemática (e.g. antiformas, sinformas, anticlinais e sinclinais)
  • da génese de falhas à sua sistemática (e.g. falhas normais, inversas e verticais); compreensão da evolução Geológica de Portugal
  • alguns aspetos geomorfológicos (e.g. relevos de dureza versus relevos tectónicos).

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BTT pelo Sistema Solar

Porque estão os Castelos onde estão? O exemplo do Castelo de Estremoz.

Será analisado o caso do castelo de Estremoz, tentando perceber qual a génese da colina onde se localiza. A visita a uma pedreira de mármores serve de contraponto essencial à compreensão da origem do relevo do castelo. Ao contrário da generalidade das pedreiras que conhecemos, aqui as pedreiras não se localizam nas encostas dos montes, mas sim em gigantescos buracos escavados no chão.

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Projeto Um Bosque Perto de Si

Projeto Montado à Lupa

O Montado vai à Escola e a Escola Vai ao Montado!!!!!!!

Vamos explorar o Montado de sobreiro e/ou azinheira, um Ecossistema Florestal Mediterrânico, extremamente rico em Biodiversidade, com funções importantes na regularização e qualidade da Água, na produção de Oxigénio, sequestro do Dióxido de Carbono da Atmosfera e na conservação do Solo.

Promovem-se saídas de campo a regiões de montado, dirigidas a toda a comunidade escolar e outros públicos alvo, com adaptações específicas aos diferentes grupos de participantes. O tempo de visita é ajustado à disponibilidade do grupo.
Inscreva(m)-se nesta aventura exploratória de biodiversidade do MONTADO!!!!

Nas Escolas, realizar-se-ão actividades de identificação e registo, dos Seres Vivos, presentes no Solo (com grandes amostras de solo), observação e caracterização da Flora do Ecossistema com elementos naturais, como Folhas, Troncos, Cortiça, Líquenes, Musgos, Frutos, Raízes, etc.

Com marcação prévia, contactar por email, ccvestremoz@uevora.pt ou por fax 268339048 ou diretamente no CCVEstremoz

Calendarização: Todo o ano, inclusivamente nas pausas letivas
Duração: Adaptada aos níveis de escolaridade
Destinatários: Pré-escolar, 1º e 2º Ciclos do Ensino Básico

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A Vida (in)visível da zona entremarés

Para os alunos do 1º, 2º e 3º ciclos e ensino secundário é possível desenvolver em zonas intertidais e estuarinas um conjunto de Bioactividades.

Durante as saídas de campo nestas zonas, as bioactividades podem passar pela observação e registo da fauna e flora do litoral utilizando métodos de amostragem (tansectos e/ou quadrados) e monitorização dos parâmetros físico-químicos tais como, salinidade, temperatura, pH, concentração de nitratos, amónia; recolha de amostras de sedimentos utilizando cores com caracterização granulométrica (crivos granulométricos), estes sedimentos podem ser corados com Rosa de Bengala e os seres vivos presentes fixam este corante e podem ser posteriormente analisados e identificados na lupa binocular.

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